29 de junho de 2013

Letras soltas


Olha a história da madrugada de quem se fez à estrada, pelo caminho vai pensando no que há para mudar, passa o tempo nas memórias a lembrar algumas histórias. É assim com harmonia que se vive o dia a dia. Há-de ser e sempre foi, a cantiga de outrora, pega nos pensamentos e vai-te embora. Oh rosa do meu quintal, o que fazes tu aqui, não te vejo fazer nada, a não ser olhar a estrada, na ânsia de explicação para a falta de inspiração. Vai o vento e volta ao mesmo já sem nada para dizer, vai-te embora e não voltes, é o melhor que há a fazer. Doce casa maneirinha, qua saudades que lá vão, vivem cá as memórias dentro do meu coração. Terra em frente tudo quer, ao som de uma garraiada, bate o pé e finca o braço à espera da alvorada.