5 de junho de 2012

O cérebro e a mente


O nosso cérebro é um órgão que me surpreende todos os dias e acho que os cientistas também pois ainda não perceberam toda a ciência que está por detrás desta máquina. O cérebro capta sensações e é bombardeado com informação a toda a hora, que tem de processar e decifrar no mesmo momento em que a recebe. Por vezes a informação é tanta que o nosso cérebro guarda-a e depois quando estamos a dormir o nosso inconsciente vai arrumar a “casa”, colocar tudo no seu devido lugar. Por isso é que sonhamos, o cérebro necessita de colocar cada informação no seu lugar, o que por vezes pode provocar pesadelos ou sonhos agradáveis dependendo das vivências que tivemos. Mas o cérebro sempre fascinou ou mais propriamente a mente, essa coisa que nos faz pensar, reflectir, usar a nossa inteligência. Temos de dar liberdade à nossa mente para que ela nos guie pelos caminhos do conhecimento, um caminho vasto que necessário saber pisar. A mente de cada um tem os seus próprios devaneios ou pequenas loucuras ou testes às próprias capacidades. Quando experimentamos algo diferente ou mais arriscado ou novo, a nossa mente responde com sensações várias que depois sentimos no corpo, que podem ser de euforia, tristeza, inércia, adrenalina etc. Conhecermos a nossa mente dá-nos poder de controlo, a capacidade de tomarmos decisões, acções, atitudes com confiança e avidez. As mentes brilhantes que se tornaram mundialmente conhecidas souberam usar todo o potencial das suas mentes. Conheciam as suas capacidades, controlavam as suas mentes e usavam todo o seu poder nas suas áreas de conhecimento. Vou continuar a admirar a mente e ao mesmo tempo procurar utilizar as capacidades no seu expoente máximo. A mente é um campo aberto sem horizonte, um mar sem fundo,, o que obriga a que nós tenhamos sempre a necessidade de absorver informação e que aprendamos a selecciona-la para que a nossa mente se torne refinada no conhecimento que absorve e que depois liberta nas nossas vivências diárias. Quanto maior o conhecimento melhor será a interpretação da vida e os seus resultados mais prometedores. O pior que pode acontecer à nossa mente é entrar na rotina. Esta deixa de ter informação nova para processar e entra em colapso. Uma mente entretida é uma mente ocupada e quem está ocupado não morre de tédio. Por vezes quando alguém esteve em coma muito tempo tem depois de reaprender coisas simples como falar, andar etc. Isto acontece porque a mente deixou de processar informação e então desliga-se e a informação apaga-se. É importante introduzirmos coisas novas na nossa mente para que esta substitua as que já não usa há muito tempo. Esta troca de informação permite viver novas emoções e sensações que nos ajudam a viver melhor a vida, e é bom estar vivo. Oiço muitas vezes dizer, viver não custa, custa é saber viver. Para o fazermos temos de ser sedentos de conhecimento, temos de o procurar e depois deixar que este nos guie no nosso caminho. Rumo à felicidade.